14 de fevereiro de 2011

A 3 dias de fazer 2 anos...

Enquanto visto a Raquel de manhã pergunto: "Onde estão os meus bebezinhos pequeninos?"
E ela responde com um encolher de ombros: "Nummm háááááá."

... BBBBBUUUUUUUUÁÁÁÁÁÁÁÁÁ........

7 de fevereiro de 2011

DISCO

Se não vamos à discoteca, vem a discoteca até nós!

(As mini-gajas já chegam aos interruptores da luz...)

31 de janeiro de 2011

As últimas

Já que a mãe não é nada fashion ao menos a filha é! (Deve sair ao pai. LOL)


"Dessssllllaaaarrrrrggggaaaaaa-meeeeeeee!"


25 de janeiro de 2011

A clínica dos milagres

Hoje de manhã a Sofia não conseguia andar. Punha-se de pé e quando tentava andar, uma das pernas não fazia força no chão e ela chora e gritava -"dói-dói dói-dói"!
Nós mexiamos as pernas, rodavamos, esticávamos para tentar perceber o que lhe doia efectivamente, e nada.
Ao toque nada doía mas a tentar andar era um suplício. Achei que era melhor ir com ela ao médico para ver o que se passava.
Ao chegar à Clínica, vou com ela ao colo e pergunto para testar: "Queres ir para o chão?" - e ela quis. Dei-lhe a mão e andámos um bocado assim. Nada de queixas...
Em vez de ir fazer a inscrição fui para a sala de espera, tirei-lhe o casaco e fiquei a observar. Ela andava entretida a cirandar de um lado para o outro.
Fui ao café e ela foi atrás (a pé). Voltei para a sala de espera e liguei ao pai - "Não vale a pena cá vires que ela está curada!" - No entanto, ele quis ir ver com os próprios olhos.

Milagre ou não, é a 2ª vez que chego lá com uma miúda "doente" e 5 minutos depois está curada!

21 de janeiro de 2011

Ontem ao fim da tarde

Divertimo-nos imenso as 3 no hall do prédio, a cantar e a brincar até o pai chegar...

(De manhã esqueci-me das chaves de casa - em casa...)

19 de janeiro de 2011

No hall de entrada do prédio

Oiço o gajo perguntar:

- Raquel, tens cócó?
- NNNNNÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOO!!!!!!!
Gajo ainda a tentar recuperar a audição... - Um simples "não" chegava...

11 de janeiro de 2011

Hoje de manhã

Estava a vestir a Raquel e dou-lhe um grande abraço. Estamos assim um bocado até que ela diz:
- Mãe?
- Diz filha.
- Pathêga!

... não sei exactamente o que ela quis dizer, mas soou-me muito a "já chega!"